Ancestralidade Africana no Brasil

Em 1961 publica, com prefácio de Jorge Amado e ilustrações de Caribé, Contos Negros da Bahia. Um ano depois com notas de Roger Bastide publica Axé Opó Afonjá, e em 1963, Contos  de Nagô. Em 1966, o livro-objeto Porque Oxalá usa Ekodidé, com ilustrações de Lênio Braga. Em 1971 publica Eshu Bara Laroyé:  a comparative study, Institute of African Studies,   Universidade de Ibadan, Nigéria. Em 1981, Contos de Mestre Didi, pela editora Codecri, Rio de Janeiro.  Em 1987, Xangô, el guerrero conquistador y otros cuentos da Bahia, Buenos Aires, Argentina.

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Em co-autoria com Juana Elbein dos Santos publicou: 1967, West African rituals and sacred art in Brazil, editado pelo Institute of African Studies, da Universidade de Ibadan, Nigéria. Em 1969, Ancestor worship in Bahia: the egun cult, editado   pelo Jornal des Americanistes, no LVIII Societés des Americaniste, Paris, França. Em 1973 editado pelo Centre National de Recherche Sientifique, Paris-França, Eshu Bara: principle of individual life in the nago system, na coletânea La notion de personne en Afrique Noire. Em 1977, Religião e cultura negra, na coletânia Africa na América Latina, Editada pela Unesco e pela Siglo XXI. Em 1985, The Nago culture in Brazil: memory and continuity, na coletânea African Studies, Unesco, Paris.

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